Soneto ao Décimo

Dizemos “eu te amo” frequentemente
E frequentemente sentimo-nos amados.
Zelamos pelo que temos conquistado
Malgrado a distância existente

Estamos perdidos! Sinceramente,
Sabemos que é fato consumado
Este viver feliz, apaixonado,
Simbiótico, assaz consciente

Do querer latente,
Evidentemente mal camuflado:
Amar, amar eternamente!

Morrer apenas no final indesejado,
Orgulhosos de nosso amor incontinente.
Reviveremo-lo do outro lado.

Publicado em: on 7 Agosto 2007 at 8:21 pm Deixe um comentário

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