Dizemos “eu te amo” frequentemente
E frequentemente sentimo-nos amados.
Zelamos pelo que temos conquistado
Malgrado a distância existente
Estamos perdidos! Sinceramente,
Sabemos que é fato consumado
Este viver feliz, apaixonado,
Simbiótico, assaz consciente
Do querer latente,
Evidentemente mal camuflado:
Amar, amar eternamente!
Morrer apenas no final indesejado,
Orgulhosos de nosso amor incontinente.
Reviveremo-lo do outro lado.